Não consigo descrever com exatidão
pra onde vai esse emaranhado de pensamentos
Talvez eu pergunte pro tempo, aquele que bem sabe de mim
Talvez eu me recorde como um papel à mercê de um vendaval
Me deliciar com a esperança
Passar por esse arame farpado
Rasgando a carne, tatuando meu legado
Me vendo em pedaços
Dos pedaços que me vendam...
Ainda sim, sinto que posso abraçar o mundo do topo da montanha.
Ainda sim.
Ainda bem.
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